Capítulo 10
Pata de Vinha acordou no meio da noite. Ele via a luz suave prateada da lua por trás dos galhos da toca dos aprendizes. O aprendiz castanho levantou e se sentou para um banho, e quando terminou se espreguiçou e foi direto para a clareira. Ele olhou para a pilha de presas frescas e viu que ela estava baixa. Desanimado e com fome, ele foi para o túnel de tojos para ir caçar algo.
Ele observou a floresta. A estação das folhas caídas deixara o ambiente frio, e estava mais difícil de alimentar o clã a cada dia. Ele empinou suas orelhas tentando ouvir algum som que denunciasse o movimento de alguma presa.
Ele ouviu quase imediatamente um som de pequenas patas arranhando. Se concentrando em ouvir, ele conseguia ouvir um pequeno coração batendo.
Se guiando mais pela audição do que pela visão, ele foi até um arbusto espinhento e viu um lampejo de pelo marrom se mexendo por entre os galhos.
Um camundongo! Pata de Vinha farejou os odores tentadores que vinham da presa, e silenciosamente se esgueirou até o camundongo, e pulou sobre a presa.
O camundongo tentou se esquivar das garras de Pata de Vinha, mais o aprendiz foi mais rápido e o matou com apenas uma mordida. Ele cavucou um buraco no chão e colocou a peça de presa fresca lá dentro e cobriu com mais terra. Naquela noite, ele teve sorte na caça, voltou ao acampamento com a mandíbula doendo de tanta caça, e teve de fazer duas ou três viagens para levar todas as peças de presas frescas.
Quando terminou de levar as peças, Pata de Vinha viu o representante Garra de Espinheiro se esgueirando por um canto nas sombras do berçário. O aprendiz estreitou os olhos, e olhou em volta vendo se havia algum gato que havia prenunciado a cena, mas só havia o aprendiz na clareira.
O gato castanho esperou até os odores do gato preto começarem a se dispensarem, e começou a seguir sua trilha de cheiro. O representante parecia seguir em direção a quatro árvores, e Pata de Vinha se perguntava para onde ele estava indo.
Enquanto seguia o representante, Pata de Vinha aproveitou para caçar um camundongo que estava em uma raiz de uma árvore. Depois de um tempo, o representante parou na fronteira do clã das Sombras e se sentou. Um movimento nos arbustos denunciou a entrada de outro gato. Pata de Vinha sentiu o pelo arrepiar quando reconheceu o gato que saiu do arbusto.
- Estrela Preta. - o representante do clã do Trovão saudou o líder do clã das Sombras cordialmente.
- Garra de Espinheiro. - saudou Estrela Preta, o gato que havia deixado Pata de Vinha inconsciente durante uma batalha a algumas luas. Pata de Vinha sabia que aquele gato estava tramando algo junto com Garra de Espinheiro, mas não sabia exatamente o que estavam pensando.
- Estrela Preta, acredito que descobri a melhor hora para seu ataque.- Garra de Espinheiro miou - Daqui a dois anoiteceres de lua, todos os guerreiros e aprendizes estarão fora. Mas lembre-se, que apenas parte do território está no acordo.
- Sim eu sei. Espero que esteja fazendo a coisa certa confiando em um gato do clã do Trovão. - miou com desdém Estrela Preta, fitando o gato peto.
- Então, daqui a dois anoiteceres de luas, certo? - miou Garra de Espinheiro
- Daqui a dois anoiteceres. - confirmou Estrela Preta, que se retirou pelo mesmo arbusto por onde entrou.
Garra de Espinheiro se voltou e começou a caminhar, depois acelerando o passo voltando ao acampamento. Pata de Vinha pôde ver os olhos brilhando do representante, como se ele estivesse tramando algo. Durante sua volta apressada, o representante não notou Pata de Vinha escondido em seu esconderijo precário.
Pata de Vinha fitou o representante até ele sumir, e saiu de seu esconderijo. Confuso e enojado, Pata de Vinha tentava imaginar o que Garra de Espinheiro estava tramando. Mas ele sabia de algo. O clã estaria em perigo enquanto Garra de Espinheiro estivesse no cargo de representante.
Capítulo 10
Capítulo 9
Capítulo 1
Prólogo
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sábado, 16 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Gatos Guerreiros Enchente - Capítulo 9 + Update
Pata de Gelo é uma garota agora.
Pata de Vinha abriu seus olhos verdes. Ele começou a olhar a toca dos aprendiz. Seu olhar parou no pelo branco de Pata de Gelo. Ele admirou como a luz da lua brilhava suavemente no pelo da amiga que se contorcia levemente durante o sono. O aprendiz se espreguiçou, e saiu lentamente da toca.
O acampamento estava quase vazio, exceto alguns gatos. O gato castanho olhou para o céu e viu que a lua começava a sumir no horizonte, deixando o céu meio azul claro, meio azul escuro.
Ele já ia voltando a toca quando ouviu um miado o chamando. Ele se virou e viu Estrela de Fogo caminhando em sua direção.
- Pata de Vinha, quero que vá na patrulha do amanhecer.- O líder miou. O aprendiz assentiu com a cabeça e voltou para a toca dos aprendizes, se deitou e cochilou até sentir a luz do amanhecer.
Pata de Vinha saiu da toca e entrou na clareira. Ele viu Cauda de Nuvem o chamando, junto de Pelo de Rato e o aprendiz correu até eles e juntos, eles saíram do acampamento.
Estavam indo patrulhar em direção a Quatro Árvores, e a patrulha foi rápida. Não havia sinais de gatos do clã inimigo, e tudo foi calmo.
Voltando ao acampamento, Pata de Vinha foi dispensado dos deveres de aprendizes, e ele percebeu que o líder não estava no acampamento. Ele foi ao túnel de tojos e sentiu uma réstia do cheiro do líder. Ele começou a rastrear o cheiro do líder para ver aonde ele ia.
A trilha levava ao lugar dos Duas Pernas, e Pata de Vinha quando chegou lá viu o líder sentado sobre uma cerca de um ninho. Ele se esgueirou para perto do líder e viu que ele observava dois gatinhos de gente sobre a cerca. Sem querer, o aprendiz pisou num galho seco que fez um estalo ao quebrar sobre o peso do gato.
O líder virou a cabeça e fitou a amoreira onde Pata de Vinha estava escondido. Pata de Vinha sabia que o líder descobrira ele ali, e saiu lentamente do esconderijo com as orelhas abaixadas. O líder o fitou, e o aprendiz sentiu o olhar verde de Estrela de Fogo em sua direção.
- Pata de Vinha? O que está fazendo aqui? - o líder miou, semicerrando os olhos.
- É que senti seu cheiro no túnel de tojos... Queria praticar minhas habilidades e ver aonde você tinha ido. - O nervosismo inicial de Pata de Vinha se esvaiu e ele começou a fitar o líder.
- Parecem que estão boas. - o líder miou.
- Estrela de Fogo.... - o aprendiz começou sem saber o que falar - Como você consegue lidar com o preconceito dos outros já que somos gatinhos de gentes?
Agora que ele sabia que era gatinho de gente, ele havia pedido para Estrela de Fogo deixá-lo anunciar isso para todos na Pedra Grande. Ele não tinha vergonha de ter sangue de Gatinho de Gente, mas lembrava de como difícil foi para contar para o clã, e ele estremeceu ao lembrar os olhares de desprezo que recebeu. O líder fitou o aprendiz, e visivelmente relaxou e começou a miar.
- Somos mais parecidos do que parece. Temos que lutar duas vezes mais para provar nosso valor. - Estrela de Fogo se aproximou de Pata de Vinha e deu uma lambida no ombro de Pata de Vinha. - Vamos, temos que voltar ao acampamento. Você quer patrulhar comigo o resto do caminho? - o aprendiz acenou que sim. Enquanto voltavam, Pata de Vinha sentiu uma coisa gelada caindo em seu focinho.
- Ah? - o aprendiz miou confuso, e passou a pata naquela coisa estranha, que derreteu em seus pelos.
- É neve. - miou Estrela de Fogo, ronronando com aquela cena. - Acontece na estação sem folhas.
- Uau! Que legal! - o aprendiz miou alto, e começou a pular nos flocos que começavam a cair espessamente, tentando pegá-los.
Depois de brincarem na neve, eles terminaram de patrulhar e quando chegaram até o acampamento, Pata de Vinha acenou para seu mentor e líder e correu até Pata de Gelo. A gata estava no toco de árvore comendo um camundongo. Pata de Vinha pegou um pardal e caminhou até a amiga.
- Olá! - miou Pata de Vinha, se sentando do lado da gata.
- Olá. Como foi seu dia? - perguntou a gata, fitando Pata de Vinha.
- Tudo bem. E com você? - Miou casualmente o aprendiz.
Eles conversaram sobre diversas coisas, e quando atingiu o sol alto, os dois se levantaram. Pata de Vinha encostou o focinho no ombro da amiga e miou:
- Tenho que ir. Tenho que caçar. - Pata de Gelo respondeu com uma lambida carinhosa.
Enquanto Pata de Vinha caminhava em direção ao túnel de tojos para caçar, ele virou a cabeça e fitou Pata de Gelo, admirando a gata.
Capítulo 10
Capítulo 8
Capítulo 1
Prólogo
Pata de Vinha abriu seus olhos verdes. Ele começou a olhar a toca dos aprendiz. Seu olhar parou no pelo branco de Pata de Gelo. Ele admirou como a luz da lua brilhava suavemente no pelo da amiga que se contorcia levemente durante o sono. O aprendiz se espreguiçou, e saiu lentamente da toca.
O acampamento estava quase vazio, exceto alguns gatos. O gato castanho olhou para o céu e viu que a lua começava a sumir no horizonte, deixando o céu meio azul claro, meio azul escuro.
Ele já ia voltando a toca quando ouviu um miado o chamando. Ele se virou e viu Estrela de Fogo caminhando em sua direção.
- Pata de Vinha, quero que vá na patrulha do amanhecer.- O líder miou. O aprendiz assentiu com a cabeça e voltou para a toca dos aprendizes, se deitou e cochilou até sentir a luz do amanhecer.
Pata de Vinha saiu da toca e entrou na clareira. Ele viu Cauda de Nuvem o chamando, junto de Pelo de Rato e o aprendiz correu até eles e juntos, eles saíram do acampamento.
Estavam indo patrulhar em direção a Quatro Árvores, e a patrulha foi rápida. Não havia sinais de gatos do clã inimigo, e tudo foi calmo.
Voltando ao acampamento, Pata de Vinha foi dispensado dos deveres de aprendizes, e ele percebeu que o líder não estava no acampamento. Ele foi ao túnel de tojos e sentiu uma réstia do cheiro do líder. Ele começou a rastrear o cheiro do líder para ver aonde ele ia.
A trilha levava ao lugar dos Duas Pernas, e Pata de Vinha quando chegou lá viu o líder sentado sobre uma cerca de um ninho. Ele se esgueirou para perto do líder e viu que ele observava dois gatinhos de gente sobre a cerca. Sem querer, o aprendiz pisou num galho seco que fez um estalo ao quebrar sobre o peso do gato.
O líder virou a cabeça e fitou a amoreira onde Pata de Vinha estava escondido. Pata de Vinha sabia que o líder descobrira ele ali, e saiu lentamente do esconderijo com as orelhas abaixadas. O líder o fitou, e o aprendiz sentiu o olhar verde de Estrela de Fogo em sua direção.
- Pata de Vinha? O que está fazendo aqui? - o líder miou, semicerrando os olhos.
- É que senti seu cheiro no túnel de tojos... Queria praticar minhas habilidades e ver aonde você tinha ido. - O nervosismo inicial de Pata de Vinha se esvaiu e ele começou a fitar o líder.
- Parecem que estão boas. - o líder miou.
- Estrela de Fogo.... - o aprendiz começou sem saber o que falar - Como você consegue lidar com o preconceito dos outros já que somos gatinhos de gentes?
Agora que ele sabia que era gatinho de gente, ele havia pedido para Estrela de Fogo deixá-lo anunciar isso para todos na Pedra Grande. Ele não tinha vergonha de ter sangue de Gatinho de Gente, mas lembrava de como difícil foi para contar para o clã, e ele estremeceu ao lembrar os olhares de desprezo que recebeu. O líder fitou o aprendiz, e visivelmente relaxou e começou a miar.
- Somos mais parecidos do que parece. Temos que lutar duas vezes mais para provar nosso valor. - Estrela de Fogo se aproximou de Pata de Vinha e deu uma lambida no ombro de Pata de Vinha. - Vamos, temos que voltar ao acampamento. Você quer patrulhar comigo o resto do caminho? - o aprendiz acenou que sim. Enquanto voltavam, Pata de Vinha sentiu uma coisa gelada caindo em seu focinho.
- Ah? - o aprendiz miou confuso, e passou a pata naquela coisa estranha, que derreteu em seus pelos.
- É neve. - miou Estrela de Fogo, ronronando com aquela cena. - Acontece na estação sem folhas.
- Uau! Que legal! - o aprendiz miou alto, e começou a pular nos flocos que começavam a cair espessamente, tentando pegá-los.
Depois de brincarem na neve, eles terminaram de patrulhar e quando chegaram até o acampamento, Pata de Vinha acenou para seu mentor e líder e correu até Pata de Gelo. A gata estava no toco de árvore comendo um camundongo. Pata de Vinha pegou um pardal e caminhou até a amiga.
- Olá! - miou Pata de Vinha, se sentando do lado da gata.
- Olá. Como foi seu dia? - perguntou a gata, fitando Pata de Vinha.
- Tudo bem. E com você? - Miou casualmente o aprendiz.
Eles conversaram sobre diversas coisas, e quando atingiu o sol alto, os dois se levantaram. Pata de Vinha encostou o focinho no ombro da amiga e miou:
- Tenho que ir. Tenho que caçar. - Pata de Gelo respondeu com uma lambida carinhosa.
Enquanto Pata de Vinha caminhava em direção ao túnel de tojos para caçar, ele virou a cabeça e fitou Pata de Gelo, admirando a gata.
Capítulo 10
Capítulo 8
Capítulo 1
Prólogo
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Gatos Guerreiros Enchente - Capítulo 8
Capítulo 8
Pata de Vinha entrou logo atrás de Garra de Espinheiro, e viu o líder sentado trocando lambidas com uma gata cor de gengibre, Tempestade de Areia. O líder virou a cabeça para fitar a dupla que chegava na toca. Ele miou para Tempestade de Areia sair um pouco. Depois quando os odores da gata começavam a desaparecer, o gato rubro miou:
- O que foi Garra de Espinheiro?
- Pergunte para este gatinho de gente! Eu o peguei voltando do túnel de tojos com a barriga cheia mas sem nada para o clã, e coberto de cheiro dos Duas Pernas- O representante rosnou, com tanto desprezo na frase que o aprendiz quase conseguia sentir o cheiro.
O líder fitou Pata de Vinha calmamente, e depois se aproximou e farejou o jovem. Pata de Vinha fitou suas próprias patas, quando o líder miou friamente:
- O que estava fazendo Pata de Vinha?
- Bem é que.... - O aprendiz sabia que não podia contar que sua mãe era Princesa, na frente do representante. Então levantou a cabeça e fitou seus olhos verdes, e acenou com as orelhas na direção de Garra de Espinheiro. O líder deve ter entendido, porquê dispensou Garra de Espinheiro com um movimento de cauda. Ao gato preto passar por Pata de Vinha, fungou demostrando seu ódio e desprezo.
- Pode falar agora. - Estrela de Fogo miou calmamente para Pata de Vinha.
- Eu fui visitar Princesa. - o aprendiz falou fitando os olhos do líder, e viu que o líder estranhava o motivo da visita- Bem... Descobri que ela é minha mãe.- Miou tímido o aprendiz desviando o olhar do líder.
O líder aparentava confuso, e Pata de Vinha voltou a olhar para o líder. Este o observava, pensativo e depois miou:
- Posso realmente confiar em você? - Pata de Vinha fitou os olhos do líder e ficou calmo ao responder.
- Quando descobri que Princesa era minha mãe, também não acreditava nisso. Mas.. Esse sinal prova. - o aprendiz levantou a pata direita e mostrou para Estrela de Fogo.
- Assim que tiver tempo, vou recorrer esta história a limpo, por enquanto, nada irá acontecer. - miou decidido o líder, que dispensou o aprendiz com um movimento de cauda.
Enquanto ia em direção a toca dos aprendizes, Pata de Gelo veio correndo em sua direção.
- Pata de Vinha olha isso! - o aprendiz malhado de branco mostrou para Pata de Vinha uma víbora.
- Uau! Foi você que pegou? - Pata de Vinha perguntou admirado, e o aprendiz branco acenou que sim.
- Acho que você deveria entregar para os anciões, e depois.... - miou Pata de Vinha alegre - aposto que consigo te ganhar em uma luta!
- Sei! Até parece! - Miou Pata de Gelo que já corria em direção a toca dos anciões. Pata de Vinha observou o amigo e se sentou para esperar. Quando ele voltou, Pata de Vinha fingiu ter esquecido de brincar de briga, mas pulou em cima do amigo quando ele baixou a guarda.
Eles brincaram de briga por algum tempo, até que Pata de Vinha imobilizou Pata de Gelo e depois o soltou. Juntos, caminharam até os ninhos, mas Pata de Vinha pediu para Pata de Gelo esperar ele no ninho.
- O que foi Garra de Espinheiro? - o representante havia o chamado quando ele estava indo para a toca, e ele foi até ele perguntar o que era.
- Não pense que vou deixar isso passar. Você merece um castigo, mas por enquanto não vou fazer nada, por enquanto ouviu gatinho de gente? - rosnou o representante para o aprendiz.
Pata de Vinha acenou que sim e correu para a toca dos aprendizes, onde encontrou Pata de Gelo esperando por ele. Juntos, os dois deitaram e se enroscaram em seus ninhos um do lado do outro. Pata de Vinha observava o amigo rodar várias vezes no lugar e deitar e logo cair em sono profundo. Ele desviou o olhar para a clareira, e fitou Garra de Espinheiro. O representante o encarava, com os olhos cor de âmbar queimando de ódio. Pata de Vinha o fitou, com uma sentença de desafio em seu olhar verde. O representante desviou o olhar e Pata de Vinha se focou em tentar dormir.
Capítulo 9
Capítulo 7
Capítulo 1
Prólogo
Pata de Vinha entrou logo atrás de Garra de Espinheiro, e viu o líder sentado trocando lambidas com uma gata cor de gengibre, Tempestade de Areia. O líder virou a cabeça para fitar a dupla que chegava na toca. Ele miou para Tempestade de Areia sair um pouco. Depois quando os odores da gata começavam a desaparecer, o gato rubro miou:
- O que foi Garra de Espinheiro?
- Pergunte para este gatinho de gente! Eu o peguei voltando do túnel de tojos com a barriga cheia mas sem nada para o clã, e coberto de cheiro dos Duas Pernas- O representante rosnou, com tanto desprezo na frase que o aprendiz quase conseguia sentir o cheiro.
O líder fitou Pata de Vinha calmamente, e depois se aproximou e farejou o jovem. Pata de Vinha fitou suas próprias patas, quando o líder miou friamente:
- O que estava fazendo Pata de Vinha?
- Bem é que.... - O aprendiz sabia que não podia contar que sua mãe era Princesa, na frente do representante. Então levantou a cabeça e fitou seus olhos verdes, e acenou com as orelhas na direção de Garra de Espinheiro. O líder deve ter entendido, porquê dispensou Garra de Espinheiro com um movimento de cauda. Ao gato preto passar por Pata de Vinha, fungou demostrando seu ódio e desprezo.
- Pode falar agora. - Estrela de Fogo miou calmamente para Pata de Vinha.
- Eu fui visitar Princesa. - o aprendiz falou fitando os olhos do líder, e viu que o líder estranhava o motivo da visita- Bem... Descobri que ela é minha mãe.- Miou tímido o aprendiz desviando o olhar do líder.
O líder aparentava confuso, e Pata de Vinha voltou a olhar para o líder. Este o observava, pensativo e depois miou:
- Posso realmente confiar em você? - Pata de Vinha fitou os olhos do líder e ficou calmo ao responder.
- Quando descobri que Princesa era minha mãe, também não acreditava nisso. Mas.. Esse sinal prova. - o aprendiz levantou a pata direita e mostrou para Estrela de Fogo.
- Assim que tiver tempo, vou recorrer esta história a limpo, por enquanto, nada irá acontecer. - miou decidido o líder, que dispensou o aprendiz com um movimento de cauda.
Enquanto ia em direção a toca dos aprendizes, Pata de Gelo veio correndo em sua direção.
- Pata de Vinha olha isso! - o aprendiz malhado de branco mostrou para Pata de Vinha uma víbora.
- Uau! Foi você que pegou? - Pata de Vinha perguntou admirado, e o aprendiz branco acenou que sim.
- Acho que você deveria entregar para os anciões, e depois.... - miou Pata de Vinha alegre - aposto que consigo te ganhar em uma luta!
- Sei! Até parece! - Miou Pata de Gelo que já corria em direção a toca dos anciões. Pata de Vinha observou o amigo e se sentou para esperar. Quando ele voltou, Pata de Vinha fingiu ter esquecido de brincar de briga, mas pulou em cima do amigo quando ele baixou a guarda.
Eles brincaram de briga por algum tempo, até que Pata de Vinha imobilizou Pata de Gelo e depois o soltou. Juntos, caminharam até os ninhos, mas Pata de Vinha pediu para Pata de Gelo esperar ele no ninho.
- O que foi Garra de Espinheiro? - o representante havia o chamado quando ele estava indo para a toca, e ele foi até ele perguntar o que era.
- Não pense que vou deixar isso passar. Você merece um castigo, mas por enquanto não vou fazer nada, por enquanto ouviu gatinho de gente? - rosnou o representante para o aprendiz.
Pata de Vinha acenou que sim e correu para a toca dos aprendizes, onde encontrou Pata de Gelo esperando por ele. Juntos, os dois deitaram e se enroscaram em seus ninhos um do lado do outro. Pata de Vinha observava o amigo rodar várias vezes no lugar e deitar e logo cair em sono profundo. Ele desviou o olhar para a clareira, e fitou Garra de Espinheiro. O representante o encarava, com os olhos cor de âmbar queimando de ódio. Pata de Vinha o fitou, com uma sentença de desafio em seu olhar verde. O representante desviou o olhar e Pata de Vinha se focou em tentar dormir.
Capítulo 9
Capítulo 7
Capítulo 1
Prólogo
sábado, 2 de julho de 2016
Gatos Guerreiros Enchente - Capítulo 7
Capítulo 7
Pata de Vinha se obrigou a sentar no chão e observar o ninho dos Duas Pernas. Estrela de Fogo o tinha liberado das tarefas, afinal ele já havia terminado todas elas. Agora iria visitar Princesa, irmã do líder, que ele acreditava ser sua mãe.
Respirando fundo, Pata de Vinha se obrigou a andar em direção ao ninho. Ele fitou a portinha por onde a gata saíra da última vez que a vira. Ele pulou em um galho com folhas e chamou pela gata, e então esperou.
Ele viu a gata sair do ninho, e ao vê-lo ela se surpreendeu, e Pata de Vinha percebia isso pelos pelos levemente arrepiados e crespos da gata ao se aproximar. O aprendiz pulou na grama bem tratada do jardim dos Duas Pernas.
Mas só agora ele percebera que não havia pensado no quer dizer a gata. Nervoso, tentou não encarar os olhos verdes brilhantes da gata, parecidos com os seus.
- Bem é... é que.... - o gato não conseguia pensar no que falar, nem como parecer, e ele começou a lamber a pata direita pra tentar disfarçar seu nervosismo. A gata prestava atenção em cada detalhe, e mesmo sem olhar diretamente a gata, percebeu que ela arregalou os olhos e seu pelo se encrespou e os bigodes dela estremeceram.
P- P- Pena? - ela gaguejou, e depois correu até ele e o cobriu de lambidas furiosas, que se passaram a carinhos calmos. Ele ronronou alto, mesmo sem sabe o que o nome Pena tinha a ver com aquilo- Meu filhotinho!
Ele se afastou uma ou duas patas já nervoso e assustado com aquilo.- C-Como assim Pena? - gaguejou o aprendiz.
A gata tinha um olhar em uma mistura de melancolia e alegria, e foi caminhando até o gato e pegou sua pata direita e encostou com a dela. - Está vendo esse sinal? - o aprendiz acenou que sim - Ele nós une Pena.
- Mas meu nome não é Pena! E o que aconteceu? - miou o aprendiz confuso.
- Você era muito pequeno para se lembrar - a gata fitou o vazio, e um brilho de tristeza alcançou seus olhos verdes límpidos.
Pacientemente, Princesa contou tudo o que acontecera a Pata de Vinha. - Seu nome era Pena. Você era o meu primogênito. Uma vez, houve uma enchente que inundou o ninho dos meus Duas Pernas. Eu perdi você de vista, e quando pude vê-lo, você estava sendo arrastado por uma correnteza. E- Eu tentei te alcançar, m-mas a água era muito rápida. Eu perdi você. - a voz da gata se tornou apenas um fiapo nublada de tristeza. Ela levantou a cabeça e fitou Pata de Vinha, e seu olhar brilhou de alegria novamente. - Não quero perder você novamente Pata de Vinha.
O aprendiz ficou do lado de sua mãe até a lua começar a descer. - Desculpe Princesa, mas preciso ir. O clã precisa ser alimentado. - e deu uma lambida calorosa na sua mãe que murmurou: Tome cuidado filho.
O aprendiz escalou a cerca se afastando de sua mãe. Antes de entrar na floresta, ele virou a cabeça e viu sua mãe o fitando com um olhar caloroso, até que ela se virou e entrou em seu ninho. O aprendiz voltou a sua viagem. Ele conseguiu apanhar apenas um camundongo e o teve de comer, contra vontade, estava faminto.
Mas antes de entrar no acampamento, ele tomou um banho completo. E entrando no túnel de tojos, ele gelou no meio do túnel.
- Você poderia me dizer.... Onde você estava este tempo todo? - soou a voz de Garra de Espinheiro cheia de ameaça. - C- Caçando, mas não consegui nada. - gaguejou o aprendiz.
O representante caminhou até ficar focinho com focinho com o aprendiz, e o cheirou. - E daonde vem esse cheiro de camundongo? - o aprendiz tinham se esquecido que mesmo tendo tomado um banho completo, ainda podia exalar uma réstia do odor. - E esse fedor dos Duas Pernas? - miou o representante preto.
O aprendiz congelou no mesmo lugar. - Venha. Estrela de Fogo precisa saber disso. - o aprendiz seguiu o representante com o pelo arrepiado de preocupação e medo. O que ele iria dizer ao líder?
Capítulo 8
Capítulo 6
Capítulo 1
Prólogo
Pata de Vinha se obrigou a sentar no chão e observar o ninho dos Duas Pernas. Estrela de Fogo o tinha liberado das tarefas, afinal ele já havia terminado todas elas. Agora iria visitar Princesa, irmã do líder, que ele acreditava ser sua mãe.
Respirando fundo, Pata de Vinha se obrigou a andar em direção ao ninho. Ele fitou a portinha por onde a gata saíra da última vez que a vira. Ele pulou em um galho com folhas e chamou pela gata, e então esperou.
Ele viu a gata sair do ninho, e ao vê-lo ela se surpreendeu, e Pata de Vinha percebia isso pelos pelos levemente arrepiados e crespos da gata ao se aproximar. O aprendiz pulou na grama bem tratada do jardim dos Duas Pernas.
Mas só agora ele percebera que não havia pensado no quer dizer a gata. Nervoso, tentou não encarar os olhos verdes brilhantes da gata, parecidos com os seus.
- Bem é... é que.... - o gato não conseguia pensar no que falar, nem como parecer, e ele começou a lamber a pata direita pra tentar disfarçar seu nervosismo. A gata prestava atenção em cada detalhe, e mesmo sem olhar diretamente a gata, percebeu que ela arregalou os olhos e seu pelo se encrespou e os bigodes dela estremeceram.
P- P- Pena? - ela gaguejou, e depois correu até ele e o cobriu de lambidas furiosas, que se passaram a carinhos calmos. Ele ronronou alto, mesmo sem sabe o que o nome Pena tinha a ver com aquilo- Meu filhotinho!
Ele se afastou uma ou duas patas já nervoso e assustado com aquilo.- C-Como assim Pena? - gaguejou o aprendiz.
A gata tinha um olhar em uma mistura de melancolia e alegria, e foi caminhando até o gato e pegou sua pata direita e encostou com a dela. - Está vendo esse sinal? - o aprendiz acenou que sim - Ele nós une Pena.
- Mas meu nome não é Pena! E o que aconteceu? - miou o aprendiz confuso.
- Você era muito pequeno para se lembrar - a gata fitou o vazio, e um brilho de tristeza alcançou seus olhos verdes límpidos.
Pacientemente, Princesa contou tudo o que acontecera a Pata de Vinha. - Seu nome era Pena. Você era o meu primogênito. Uma vez, houve uma enchente que inundou o ninho dos meus Duas Pernas. Eu perdi você de vista, e quando pude vê-lo, você estava sendo arrastado por uma correnteza. E- Eu tentei te alcançar, m-mas a água era muito rápida. Eu perdi você. - a voz da gata se tornou apenas um fiapo nublada de tristeza. Ela levantou a cabeça e fitou Pata de Vinha, e seu olhar brilhou de alegria novamente. - Não quero perder você novamente Pata de Vinha.
O aprendiz ficou do lado de sua mãe até a lua começar a descer. - Desculpe Princesa, mas preciso ir. O clã precisa ser alimentado. - e deu uma lambida calorosa na sua mãe que murmurou: Tome cuidado filho.
O aprendiz escalou a cerca se afastando de sua mãe. Antes de entrar na floresta, ele virou a cabeça e viu sua mãe o fitando com um olhar caloroso, até que ela se virou e entrou em seu ninho. O aprendiz voltou a sua viagem. Ele conseguiu apanhar apenas um camundongo e o teve de comer, contra vontade, estava faminto.
Mas antes de entrar no acampamento, ele tomou um banho completo. E entrando no túnel de tojos, ele gelou no meio do túnel.
- Você poderia me dizer.... Onde você estava este tempo todo? - soou a voz de Garra de Espinheiro cheia de ameaça. - C- Caçando, mas não consegui nada. - gaguejou o aprendiz.
O representante caminhou até ficar focinho com focinho com o aprendiz, e o cheirou. - E daonde vem esse cheiro de camundongo? - o aprendiz tinham se esquecido que mesmo tendo tomado um banho completo, ainda podia exalar uma réstia do odor. - E esse fedor dos Duas Pernas? - miou o representante preto.
O aprendiz congelou no mesmo lugar. - Venha. Estrela de Fogo precisa saber disso. - o aprendiz seguiu o representante com o pelo arrepiado de preocupação e medo. O que ele iria dizer ao líder?
Capítulo 8
Capítulo 6
Capítulo 1
Prólogo
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Gatos Guerreiros Enchente - Capítulo 6
Capítulo 6
Pata de Vinha abriu uma linha de seus olhos verdes, mas depois os arregalou quando percebeu que estava em um lugar desconhecido. Ele estava em algo parecido à um ninho dos duas pernas. O cheiro característico dos Duas Pernas o deixava ainda mais seguro disso. Ele começou a olhar em volta.
Haviam vários gatinhos junto dele,e em um momento ele pensou estar em um sonho que ele teve a algumas luas.
Mas algo estava errado. O sonho estava estranhamente frio, sem vida. Tudo parecia estar gelado, como as águas de uma enchente. Ele fitou os seus irmãos e irmãs, que pareciam nem mesmo respirar, pareciam de brinquedo. Ele começava a se questionar o que aquilo poderia ser, só que teve de virar bruscamente quando ouviu um barulho alto vindo de algo que parecia uma porta no ninho dos duas pernas.
A porta parecia prestes a romper, e Pata de Vinha começou a sentir uma brisa fria e gotas geladas caindo e penetrando em seu pelo, o gelando até os ossos como se fosse a mais forte das nevascas. Em alguns tique-taques de coração, o calor e a luz desapareceram, junto com a maioria das coisas. Mas a porta e as janelas abertas com água vazando continuavam lá.
Pata de Vinha estava naquela escuridão sem saber o que fazer, desesperado até o ponto em que as juntas de ferro daquele portão dos Duas Pernas não aguentaram, e a escuridão começou a ser inundada pela água gelada.
Em alguns segundos, todo aquele cômodo estava cheio de água que continuava a subir e molhava as patas de Pata de Vinha. Ele sentia mais forte ainda aquela brisa fria que parecia congelá-lo até os ossos.
Agora a água estava chegando no pescoço de Pata de Vinha, e ele lutava para permanecer com o focinho para fora quando a água o cobriu em uma correnteza gelada. Pata de Vinha começava a perder os sentidos, e seus músculos ficaram rígidos por causa do frio e também da possibilidade de se afogar enquanto Pata de Vinha continuava a afundar como uma pedra.
✩✩✩
O aprendiz abriu seus olhos confuso. Estava na toca dos aprendizes, com Pata de Gelo em cima dele, miando alto para acordar seu amigo.
- Pata de Vinha! Acorde! - miou o aprendiz branco.
- Ah? - Pata de Vinha se levantou e se sentou no ninho de musgo, de súbito os odores do sonho mais reais. Ele ainda sentia a água gelada em seus pelos arrepiados.- Você estava miando enquanto dormia! - ronronou o gato branco - Ninguém estava conseguindo dormir assim! - Pata de Vinha se sentia demasiado cansado e assustado para sair da toca e fazer algo.- Obrigado por me acordar Pata de Gelo. Vou tentar não miar, ok? Mas preciso dormir. - resmungou o aprendiz castanho, que enquanto pronunciava essas palavras, tinha uma coisa em mente. Ele iria visitar Princesa, a irmã gatinha de gente de Estrela de Fogo, para saber a verdade sobre tudo isso. "Ela deve saber a verdade." Pensou o aprendiz. Que voltou a dormir, disposto a descobrir a verdade sobre si mesmo.
Pata de Vinha abriu uma linha de seus olhos verdes, mas depois os arregalou quando percebeu que estava em um lugar desconhecido. Ele estava em algo parecido à um ninho dos duas pernas. O cheiro característico dos Duas Pernas o deixava ainda mais seguro disso. Ele começou a olhar em volta.
Haviam vários gatinhos junto dele,e em um momento ele pensou estar em um sonho que ele teve a algumas luas.
Mas algo estava errado. O sonho estava estranhamente frio, sem vida. Tudo parecia estar gelado, como as águas de uma enchente. Ele fitou os seus irmãos e irmãs, que pareciam nem mesmo respirar, pareciam de brinquedo. Ele começava a se questionar o que aquilo poderia ser, só que teve de virar bruscamente quando ouviu um barulho alto vindo de algo que parecia uma porta no ninho dos duas pernas.
A porta parecia prestes a romper, e Pata de Vinha começou a sentir uma brisa fria e gotas geladas caindo e penetrando em seu pelo, o gelando até os ossos como se fosse a mais forte das nevascas. Em alguns tique-taques de coração, o calor e a luz desapareceram, junto com a maioria das coisas. Mas a porta e as janelas abertas com água vazando continuavam lá.
Pata de Vinha estava naquela escuridão sem saber o que fazer, desesperado até o ponto em que as juntas de ferro daquele portão dos Duas Pernas não aguentaram, e a escuridão começou a ser inundada pela água gelada.
Em alguns segundos, todo aquele cômodo estava cheio de água que continuava a subir e molhava as patas de Pata de Vinha. Ele sentia mais forte ainda aquela brisa fria que parecia congelá-lo até os ossos.
Agora a água estava chegando no pescoço de Pata de Vinha, e ele lutava para permanecer com o focinho para fora quando a água o cobriu em uma correnteza gelada. Pata de Vinha começava a perder os sentidos, e seus músculos ficaram rígidos por causa do frio e também da possibilidade de se afogar enquanto Pata de Vinha continuava a afundar como uma pedra.
✩✩✩
O aprendiz abriu seus olhos confuso. Estava na toca dos aprendizes, com Pata de Gelo em cima dele, miando alto para acordar seu amigo.
- Pata de Vinha! Acorde! - miou o aprendiz branco.
- Ah? - Pata de Vinha se levantou e se sentou no ninho de musgo, de súbito os odores do sonho mais reais. Ele ainda sentia a água gelada em seus pelos arrepiados.- Você estava miando enquanto dormia! - ronronou o gato branco - Ninguém estava conseguindo dormir assim! - Pata de Vinha se sentia demasiado cansado e assustado para sair da toca e fazer algo.- Obrigado por me acordar Pata de Gelo. Vou tentar não miar, ok? Mas preciso dormir. - resmungou o aprendiz castanho, que enquanto pronunciava essas palavras, tinha uma coisa em mente. Ele iria visitar Princesa, a irmã gatinha de gente de Estrela de Fogo, para saber a verdade sobre tudo isso. "Ela deve saber a verdade." Pensou o aprendiz. Que voltou a dormir, disposto a descobrir a verdade sobre si mesmo.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Gatos Guerreiros - Enchente - Capítulo 5
Capítulo 5
Pata de Vinha pulou no gato do clã das sombras mais próximo dele, e mordeu seu pescoço com força, até sentir carne tenra além do gosto ruim do pelo mal-cuidado do gato malhado de preto. Ele sentiu sua espinha arrepiar quando o gato mesclado de carvão mordeu sua cauda. Ele se contorceu rapidamente, e em vez de soltar o gato, ele arranhou seu focinho até sentir o sangue do adversário escorrendo nas suas garras, e então o soltou e viu o gato sair correndo guinchando como um filhote até a proteção fora do acampamento.
Então ele sentiu uma dentada nas costas e se virou para ver quem o mordia. Era um gato marrom, preto e um pouco branco em algumas partes do corpo. Pata de Vinha sentiu as costelas esqueléticas encostando em seu pelo quando o inimigo o imobilizou no chão e começava a golpear a barriga de Pata de Vinha com garras afiadas como espinhos.
Quase sem ar, Pata de Vinha levantou a cabeça e mordeu fortemente o pescoço do guerreiro. O gato malhado devia ter subestimado sua força, porque quando recebeu a dentada soltou o aprendiz arfando.
Ao perceber que o adversário tinha baixado a guarda, Pata de Vinha pulou sobre ele e o imobilizou, ainda sentindo latejar os arranhões na barriga. Ele pegou e mordeu fundo a garganta do gato molhando seus dentes de sangue. O aprendiz continuou mordendo a garganta do inimigo até ver que ele havia parado de se debater, e então largou o corpo todo ensanguentado ali mesmo e começou a olhar a clareira.
Pelo de Amora Doce estava lutando com um gato preto e ganhando perto dali, Pata de Gelo e Tempestade de Areia lutavam com um gato o dobro do tamanho deles, mas bem mais lento. Ainda tentando observar, Pata de Vinha escutou um miado vindo do canto atrás do berçário:
- Pata de Vinha, me ajude! - Era um gemido horripilante que parecia ser do representante Garra de Espinheiro, e Pata de Vinha correu até lá para ajuda-lo esquecendo por um momento tudo que sabia sobre o gato.
- Garra de Espinheiro? - miou Pata de Vinha quando chegou atrás do berçário. De repente o aprendiz castanho sentiu garras parecidas com espinhos arranharem sua costa. Ele se virou e viu Garra de Espinheiro debruçado sobre ele, o fitando, zoando dele com seu olhar cor de âmbar.
- Olá, gatinho, esperei bastante tempo pra fazer isso. - o representante levantou a cabeça para desferir uma mordida na garganta de Pata de Vinha, mais ele foi mais rápido e se esquivou. Então o aprendiz jogou suas garras contra a garganta do representante.
Mas antes de acertar o gato, Pata de Vinha sentiu uma pata grande acertar sua nuca com uma força gigantesca. Pata de Vinha caiu no chão com esse golpe poderoso. Sentindo o sangue escorrendo do machucado, o aprendiz caiu em inconsciência, mas ainda conseguiu ver o gato que lhe acertara sentando do lado de Garra de Espinheiro e o fitando com um olhar amarelo penetrante.
✩✩✩
Hã?- miou despertando o aprendiz, que levantou a cabeça para observar onde estava. Não estava mais na clareira do acampamento, mas em um lugar desconhecido mas ainda sentia o cheiro do clã do Trovão. Ele via uma gata cinzenta lhe fitando com um olhar azul nas penumbras.- Manto de Cinza? Por que estou aqui? Deveria estar ajudando meu clã! - o aprendiz tentou levantar, mas uma dor imensa na nuca o fez cair de volta naquele ninho de musgo do lado da curandeira.
- Fique calmo, você está muito machucado. Vai ter de ficar na minha toca por um ou dois dias até se sentir melhor. - a calma da gata acalmou Pata de Vinha que começou a examinar o lugar. Ele via apenas alguns ninhos de musgos e algumas plantas medicinais em pilhas. Ele passou a pata na nuca, e sentiu uma dor forte. Ele se sentou com bastante esforço, e começou a se lavar.
Havia passado três luas altas, e Pata de Vinha havia sido liberado da toca de Manto de Cinza, e agora ele estava do lado de Pata de Gelo tentando dormir depois de um dia de treinamento. Ele refletiu bastante sobre Garra de Espinheiro, e decidiu que ainda não deveria contar para nenhum gato a traição do gato negro. Ele sabia não ter evidências, e que o clã acreditaria mais no representante do que em um simples aprendiz. E então adormeceu em sono profundo.
Pata de Vinha pulou no gato do clã das sombras mais próximo dele, e mordeu seu pescoço com força, até sentir carne tenra além do gosto ruim do pelo mal-cuidado do gato malhado de preto. Ele sentiu sua espinha arrepiar quando o gato mesclado de carvão mordeu sua cauda. Ele se contorceu rapidamente, e em vez de soltar o gato, ele arranhou seu focinho até sentir o sangue do adversário escorrendo nas suas garras, e então o soltou e viu o gato sair correndo guinchando como um filhote até a proteção fora do acampamento.
Então ele sentiu uma dentada nas costas e se virou para ver quem o mordia. Era um gato marrom, preto e um pouco branco em algumas partes do corpo. Pata de Vinha sentiu as costelas esqueléticas encostando em seu pelo quando o inimigo o imobilizou no chão e começava a golpear a barriga de Pata de Vinha com garras afiadas como espinhos.
Quase sem ar, Pata de Vinha levantou a cabeça e mordeu fortemente o pescoço do guerreiro. O gato malhado devia ter subestimado sua força, porque quando recebeu a dentada soltou o aprendiz arfando.
Ao perceber que o adversário tinha baixado a guarda, Pata de Vinha pulou sobre ele e o imobilizou, ainda sentindo latejar os arranhões na barriga. Ele pegou e mordeu fundo a garganta do gato molhando seus dentes de sangue. O aprendiz continuou mordendo a garganta do inimigo até ver que ele havia parado de se debater, e então largou o corpo todo ensanguentado ali mesmo e começou a olhar a clareira.
Pelo de Amora Doce estava lutando com um gato preto e ganhando perto dali, Pata de Gelo e Tempestade de Areia lutavam com um gato o dobro do tamanho deles, mas bem mais lento. Ainda tentando observar, Pata de Vinha escutou um miado vindo do canto atrás do berçário:
- Pata de Vinha, me ajude! - Era um gemido horripilante que parecia ser do representante Garra de Espinheiro, e Pata de Vinha correu até lá para ajuda-lo esquecendo por um momento tudo que sabia sobre o gato.
- Garra de Espinheiro? - miou Pata de Vinha quando chegou atrás do berçário. De repente o aprendiz castanho sentiu garras parecidas com espinhos arranharem sua costa. Ele se virou e viu Garra de Espinheiro debruçado sobre ele, o fitando, zoando dele com seu olhar cor de âmbar.
- Olá, gatinho, esperei bastante tempo pra fazer isso. - o representante levantou a cabeça para desferir uma mordida na garganta de Pata de Vinha, mais ele foi mais rápido e se esquivou. Então o aprendiz jogou suas garras contra a garganta do representante.
Mas antes de acertar o gato, Pata de Vinha sentiu uma pata grande acertar sua nuca com uma força gigantesca. Pata de Vinha caiu no chão com esse golpe poderoso. Sentindo o sangue escorrendo do machucado, o aprendiz caiu em inconsciência, mas ainda conseguiu ver o gato que lhe acertara sentando do lado de Garra de Espinheiro e o fitando com um olhar amarelo penetrante.
✩✩✩
Hã?- miou despertando o aprendiz, que levantou a cabeça para observar onde estava. Não estava mais na clareira do acampamento, mas em um lugar desconhecido mas ainda sentia o cheiro do clã do Trovão. Ele via uma gata cinzenta lhe fitando com um olhar azul nas penumbras.- Manto de Cinza? Por que estou aqui? Deveria estar ajudando meu clã! - o aprendiz tentou levantar, mas uma dor imensa na nuca o fez cair de volta naquele ninho de musgo do lado da curandeira.
- Fique calmo, você está muito machucado. Vai ter de ficar na minha toca por um ou dois dias até se sentir melhor. - a calma da gata acalmou Pata de Vinha que começou a examinar o lugar. Ele via apenas alguns ninhos de musgos e algumas plantas medicinais em pilhas. Ele passou a pata na nuca, e sentiu uma dor forte. Ele se sentou com bastante esforço, e começou a se lavar.
Havia passado três luas altas, e Pata de Vinha havia sido liberado da toca de Manto de Cinza, e agora ele estava do lado de Pata de Gelo tentando dormir depois de um dia de treinamento. Ele refletiu bastante sobre Garra de Espinheiro, e decidiu que ainda não deveria contar para nenhum gato a traição do gato negro. Ele sabia não ter evidências, e que o clã acreditaria mais no representante do que em um simples aprendiz. E então adormeceu em sono profundo.
domingo, 19 de junho de 2016
Gatos Guerreiros - Enchente Capítulo 4
Pata de Vinha começou a observar o acampamento, sonolento e assustado. Ele havia descoberto por um sonho que Princesa, a gatinha de gente irmã de Estrela de Fogo , era sua mãe. O aprendiz não sabia o que fazer, e decidiu perguntar a única gata que saberia se isso talvez fosse verdade.
Ele correu até a toca dos guerreiros, e viu sua mãe Pele de Salgueiro lá deitada. Depois que todos seus irmãos já tinham virado aprendizes, a gata voltou a ser uma guerreira. Ele hesitou, afinal não sabia como perguntar a respeito disso para ela.
Ele entrou na toca e a cutucou. No mesmo momento, as orelhas de Pele de Salgueiro ficaram eretas e ela despertou e se sentou no ninho.
- Pata de Vinha? Que foi filho? - a gata bocejou para ele.
- Pele de Salgueiro..... Você não é minha mãe de verdade não é? - ele miou, as palavras cuspidas uma por uma.
A gata o fitou por um longo tempo, com um semblante indecifrável no rosto.
- Sim, não sou. - Ela miou finalmente e começou a lamber a pata. A gata parecia extremamente calma, refletiu Pata de Vinha. Talvez ela soubesse que alguma hora eu iria descobrir.
Ele lembro então dos detalhes do sonho, e raciocinou.
- Princesa me mostrou uma marca na pata, a qual eu também tinha. - miou para si mesmo- Deve ser um sinal de nascença, então......- Pata de Vinha chegou a uma conclusão objetiva nessa reflexão.
- Cauda de Nuvem! Cauda de Nuvem! - ele foi ao ninho do gato branco e o chamou.
- Ah? Pata de Vinha? O que pensa que está fazendo?- resmungou sonolento o gato.
Pata de Vinha não perdeu tempo e levantou a pata de Cauda de Nuvem e a observou. Ele também tinha a marca na almofadinha! O aprendiz se sentiu tonto por um momento com as descobertas, e a certeza de Princesa ser sua mãe.
- Pata de Vinha, onde é o melhor lugar para procurar camundongos aqui? - miou Estrela de Fogo para o aprendiz. Estavam no vale de treinamento, e o aprendiz respondeu de pronto:
- Nas árvores, entre as raízes! - Miou o aprendiz. Haviam dois dias desde que o gatinho malhado descobriu que sua suspeita sobre suas raízes de gatinho de gente, e ele tinha deixado o assunto de lado, ou tentado. Ele desviou sua atenção de volta para o treinamento e percebeu uma coisa.
- Estrela de Fogo... - começou Pata de Vinha.
- O que foi Pata de Vinha? - o líder estava concentrado em um pica-pau nos galhos de uma árvore.
- Sinto cheiro de gatos estranhos......
- De que clã? - o líder perguntou começando a cheirar o ar e a parecer preocupado.
- Do clã das sombras, e parecem ser muitos! - choramingou o aprendiz assustado.
O líder deve ter sentido também o cheiro, porque pediu para o aprendiz sair correndo o mais rápido para o acampamento e disparou em direção a este. Quando os dois gatos chegaram ao acampamento, ele fervilhava em uma batalha feroz com gatos do clã das sombras e gatos do clã do trovão se arranhando.
Os dois gatos pularam no meio da batalha, e o aprendiz sentia a raiva marterlar em suas veias. Não importava agora se ele tinha sangue de guerreiro ou de gatinho de gente. Ele iria proteger seu clã dos terríveis gatos que o atacavam!
Ele correu até a toca dos guerreiros, e viu sua mãe Pele de Salgueiro lá deitada. Depois que todos seus irmãos já tinham virado aprendizes, a gata voltou a ser uma guerreira. Ele hesitou, afinal não sabia como perguntar a respeito disso para ela.
Ele entrou na toca e a cutucou. No mesmo momento, as orelhas de Pele de Salgueiro ficaram eretas e ela despertou e se sentou no ninho.
- Pata de Vinha? Que foi filho? - a gata bocejou para ele.
- Pele de Salgueiro..... Você não é minha mãe de verdade não é? - ele miou, as palavras cuspidas uma por uma.
A gata o fitou por um longo tempo, com um semblante indecifrável no rosto.
- Sim, não sou. - Ela miou finalmente e começou a lamber a pata. A gata parecia extremamente calma, refletiu Pata de Vinha. Talvez ela soubesse que alguma hora eu iria descobrir.
Ele lembro então dos detalhes do sonho, e raciocinou.
- Princesa me mostrou uma marca na pata, a qual eu também tinha. - miou para si mesmo- Deve ser um sinal de nascença, então......- Pata de Vinha chegou a uma conclusão objetiva nessa reflexão.
- Cauda de Nuvem! Cauda de Nuvem! - ele foi ao ninho do gato branco e o chamou.
- Ah? Pata de Vinha? O que pensa que está fazendo?- resmungou sonolento o gato.
Pata de Vinha não perdeu tempo e levantou a pata de Cauda de Nuvem e a observou. Ele também tinha a marca na almofadinha! O aprendiz se sentiu tonto por um momento com as descobertas, e a certeza de Princesa ser sua mãe.
- Pata de Vinha, onde é o melhor lugar para procurar camundongos aqui? - miou Estrela de Fogo para o aprendiz. Estavam no vale de treinamento, e o aprendiz respondeu de pronto:
- Nas árvores, entre as raízes! - Miou o aprendiz. Haviam dois dias desde que o gatinho malhado descobriu que sua suspeita sobre suas raízes de gatinho de gente, e ele tinha deixado o assunto de lado, ou tentado. Ele desviou sua atenção de volta para o treinamento e percebeu uma coisa.
- Estrela de Fogo... - começou Pata de Vinha.
- O que foi Pata de Vinha? - o líder estava concentrado em um pica-pau nos galhos de uma árvore.
- Sinto cheiro de gatos estranhos......
- De que clã? - o líder perguntou começando a cheirar o ar e a parecer preocupado.
- Do clã das sombras, e parecem ser muitos! - choramingou o aprendiz assustado.
O líder deve ter sentido também o cheiro, porque pediu para o aprendiz sair correndo o mais rápido para o acampamento e disparou em direção a este. Quando os dois gatos chegaram ao acampamento, ele fervilhava em uma batalha feroz com gatos do clã das sombras e gatos do clã do trovão se arranhando.
Os dois gatos pularam no meio da batalha, e o aprendiz sentia a raiva marterlar em suas veias. Não importava agora se ele tinha sangue de guerreiro ou de gatinho de gente. Ele iria proteger seu clã dos terríveis gatos que o atacavam!
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Gatos Guerreiros - Enchente Capítulo . 3
Capítulo 3
Pata de Vinha observava o acampamento . Ele estava totalmente ciente do olhar de ódio de Garra de Espinheiro . Havia três dias desde que ele vira o novo representante matar Pelo de Mancha, o antigo representante do clã . Na época ele saíra correndo assim que viu o gato preto matar o antigo representante . Ele não sabia se o gato negro o tinha visto, mas acreditava que sim pelos olhares de ódio mal escondido que ele dava de vez em quando a Pata de Vinha . Depois do assassinato, o gato preto tinha voltado ao acampamento com um cheiro de carniça, dizendo que tinham sido atacados por um renegado, mas que Pelo de Mancha não havia sobrevivido. O aprendiz sabia muito bem que era mentira, afinal havia visto o gato matando, e não sendo atacado.
- Olá Pata de Vinha. - o aprendiz se virou e viu Estrela de Fogo - Hoje irei visitar minha irmã Princesa, se quiser você pode ir também.
- Está bem, quando você vai? - Pata de Vinha não sabia o porque, mas algo ali o fazia querer ir junto com seu mentor.
- Agora mesmo. Sirva-se e depois me encontre no toco de árvore - o gatão apontou para o aprendiz a pilha de presas frescas.
Pata de Vinha comeu um camundongo e depois acompanhou seu líder até os ninhos dos duas pernas. Haviam bastante presas naquele dia, e antes de chegarem ao ninho, Estrela de Fogo parou e deixou que caçassem para si. Depois o gato alaranjado pulou numa cerca branca e chamou:
- Princesa!
Algum tempo depois, uma delicada gatinha malhada saiu por uma portinha pequena do ninho.
- Estrela de Fogo! - a gata pulou na cerca e deu uma lambida no irmão - Que saudades!
- Trouxe meu novo aprendiz, Pata de Vinha, olhe para baixo.
A gata olhou por baixo e viu Pata de Vinha, e ele também a viu no mesmo momento. Ela parecia muito, muito familiar sentiu o aprendiz castanho. Ele fitou os olhos da gata que eram verdes como os dele, e sabia que ela também sentia isso.
- Olá...... - miou o aprendiz.
- O-Oi - a gata estava perplexa. Estrela de Fogo percebeu o hesitar dos dois e os observou.
- Princesa, vim aqui pra te fazer uma visita, mas temos de ir para caçar para o clã. - miou Estrela de Fogo.
- Está bem Estrela de Fogo, cuide-se e peça pra Cauda de Nuvem se cuidar também! - a gata parecia ter desviado sua atenção para o irmão, mas Pata de Vinha sabia que ela estava o fitando internamente, e ele também fazia o mesmo. Quando já estavam dentro da floresta caçando, Pata de Vinha perguntou:
- Estrela de Fogo, tem certeza de que já não me mostrou Princesa?
- Sim, é a primeira vez desde sua cerimônia. - uivou confuso o gato alaranjado.
Pata de Vinha sabia que já tinha visto a gata. Algo em sua memória o fazia crer nisso. Quando chegaram no acampamento, era noite e Estrela de Fogo deixou que Pata de Vinha levasse as presas para a pilha e depois dormisse. O gato castanho estava tão cansado da jornada que fez exatamente o que sue mentor disse. E depois no seu ninho, ele caiu em sonho profundo.
Ele estava em um lugar desconhecido, um ninho dos Duas Pernas. Ele entrou em pânico, mas a presença de algo ali que ele sentia o fez ficar quieto. Ele olhou para os lados e viu seus irmãos e irmãs enroscadinhos no ninho. Ele olhou para cima e viu uma gata malhada. Ele sentiu seus bigodes estremecerem ao relembrar a gata que ele vira junto de Estrela de Fogo, eram as mesmas gatas!
A gata o fitou, e então levantou a pata direita, e na almofadinha da pata , Pata de Vinha viu uma marca e então ele olhou para a sua pata direita, e ele viu o mesmo sinal. Com um sobre-salto, Pata de Vinha acordou. Ele não sabia o que acabara de ver e o que sentira. Então ele pensou.
Aquela gata malhada era sua... mãe?
Pata de Vinha observava o acampamento . Ele estava totalmente ciente do olhar de ódio de Garra de Espinheiro . Havia três dias desde que ele vira o novo representante matar Pelo de Mancha, o antigo representante do clã . Na época ele saíra correndo assim que viu o gato preto matar o antigo representante . Ele não sabia se o gato negro o tinha visto, mas acreditava que sim pelos olhares de ódio mal escondido que ele dava de vez em quando a Pata de Vinha . Depois do assassinato, o gato preto tinha voltado ao acampamento com um cheiro de carniça, dizendo que tinham sido atacados por um renegado, mas que Pelo de Mancha não havia sobrevivido. O aprendiz sabia muito bem que era mentira, afinal havia visto o gato matando, e não sendo atacado.
- Olá Pata de Vinha. - o aprendiz se virou e viu Estrela de Fogo - Hoje irei visitar minha irmã Princesa, se quiser você pode ir também.
- Está bem, quando você vai? - Pata de Vinha não sabia o porque, mas algo ali o fazia querer ir junto com seu mentor.
- Agora mesmo. Sirva-se e depois me encontre no toco de árvore - o gatão apontou para o aprendiz a pilha de presas frescas.
Pata de Vinha comeu um camundongo e depois acompanhou seu líder até os ninhos dos duas pernas. Haviam bastante presas naquele dia, e antes de chegarem ao ninho, Estrela de Fogo parou e deixou que caçassem para si. Depois o gato alaranjado pulou numa cerca branca e chamou:
- Princesa!
Algum tempo depois, uma delicada gatinha malhada saiu por uma portinha pequena do ninho.
- Estrela de Fogo! - a gata pulou na cerca e deu uma lambida no irmão - Que saudades!
- Trouxe meu novo aprendiz, Pata de Vinha, olhe para baixo.
A gata olhou por baixo e viu Pata de Vinha, e ele também a viu no mesmo momento. Ela parecia muito, muito familiar sentiu o aprendiz castanho. Ele fitou os olhos da gata que eram verdes como os dele, e sabia que ela também sentia isso.
- Olá...... - miou o aprendiz.
- O-Oi - a gata estava perplexa. Estrela de Fogo percebeu o hesitar dos dois e os observou.
- Princesa, vim aqui pra te fazer uma visita, mas temos de ir para caçar para o clã. - miou Estrela de Fogo.
- Está bem Estrela de Fogo, cuide-se e peça pra Cauda de Nuvem se cuidar também! - a gata parecia ter desviado sua atenção para o irmão, mas Pata de Vinha sabia que ela estava o fitando internamente, e ele também fazia o mesmo. Quando já estavam dentro da floresta caçando, Pata de Vinha perguntou:
- Estrela de Fogo, tem certeza de que já não me mostrou Princesa?
- Sim, é a primeira vez desde sua cerimônia. - uivou confuso o gato alaranjado.
Pata de Vinha sabia que já tinha visto a gata. Algo em sua memória o fazia crer nisso. Quando chegaram no acampamento, era noite e Estrela de Fogo deixou que Pata de Vinha levasse as presas para a pilha e depois dormisse. O gato castanho estava tão cansado da jornada que fez exatamente o que sue mentor disse. E depois no seu ninho, ele caiu em sonho profundo.
Ele estava em um lugar desconhecido, um ninho dos Duas Pernas. Ele entrou em pânico, mas a presença de algo ali que ele sentia o fez ficar quieto. Ele olhou para os lados e viu seus irmãos e irmãs enroscadinhos no ninho. Ele olhou para cima e viu uma gata malhada. Ele sentiu seus bigodes estremecerem ao relembrar a gata que ele vira junto de Estrela de Fogo, eram as mesmas gatas!
A gata o fitou, e então levantou a pata direita, e na almofadinha da pata , Pata de Vinha viu uma marca e então ele olhou para a sua pata direita, e ele viu o mesmo sinal. Com um sobre-salto, Pata de Vinha acordou. Ele não sabia o que acabara de ver e o que sentira. Então ele pensou.
Aquela gata malhada era sua... mãe?
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Gatos Guerreiros - Enchente Capítulo 2
Capítulo 2
Pata de Vinha acordou com relutância . Ele estava bastante cansado, afinal , durante esses 3 nasceres de sol desde que teve a cerimônia de nomeação estava se esforçando bastante para aprender todas as técnicas, e mesmo sendo apenas três dias de treinamento, suas energias pareciam ser drenadas a cada momento.
Ele se levantou e olhou Pata de Gelo, que ainda dormia em um sono profundo . Se rastejando para fora da toca, ele se pôs para observar a clareira vazia . No mesmo momento, ele viu Estrela de Fogo vindo caminhando na sua direção.
- Olá Pata de Vinha - miou gentilmente o gato alaranjado - Pronto para sua primeira avaliação e também a de Pata de Gelo?
- Mas já? - uivou impressionado - Mas nosso treinamento só começou a três nasceres!
- Sim, sei disso - admitiu o gato - mas acredito que irão se sair bem, vocês são ótimos aprendizes. Vi que você se esforça bastante para aprender .
Os olhos de Pata de Vinha brilharam com o elogio - Agora chame Pata de Gelo, e fale que deve encontrar eu e Listra Cinzenta no sol alto no toco de árvore.
Correndo para a toca, ele acordou seu amigo o cutucando, que se espreguiçou e reclamou:
- Já ta na hora da patrulha? Pata de Vinha o que foi? - Pata de Gelo deixou escapar um longo bocejo .
- Hoje vai ser nossa primeira avaliação! Estrela de Fogo me mandou te chamar para irmos ao toco de árvore ao sol alto para ele explicar a avaliação! - miou empolgado Pata de Vinha .
- Mas só faz 3 pores do sol que somos aprendizes! - reclamou Pata de Gelo
- Também pensei nisso, mas ele disse que somos ótimos aprendizes e teremos ótimos resultados! - destacou Pata de Vinha .
Os dois se levantaram e trocaram lambidas até o sol estar quase a pino, e saíram para se encontrar com seus mentores Estrela de Fogo e Listra Cinzenta .
- Vou explicar a avaliação - miou Listra Cinzenta - vocês terão de caçar o máximo possível de presas, tomem cuidado porquê estaremos de olho em vocês e suas técnicas, e vocês deverão estar de volta ao...........
Pata de Vinha nem estava prestando atenção no discurso do gatão cinza. Ele estava observando Garra de Espinheiro. O gato preto estava saindo por um canto do muro de proteção do acampamento, o aprendiz sabia que ali era o melhor lugar para sair sem ser percebido, e o gato parecia tentar ser despercebido.
-Okay, encontramos vocês aqui quando a lua estiver cheia está bem? - miou Estrela de Fogo, despertando Pata de Vinha de seus pensamentos . Os dois mentores saíram pelo lado direito de onde os aprendizes estavam.
- Acho melhor nós separarmos para podermos se testar! - aconselhou Pata de Vinha, mas na verdade com outro propósito . Ele queria saber para onde ia Garra de Espinheiro.
- Está bem . Vou até as Rochas Ensolaradas . - miou Pata de Gelo . Pata de Vinha não tinha a menor ideia para onde iria, ele queria era seguir Garra de Espinheiro . Pata de Vinha já ia pedir uma sugestão para Pata de Gelo para onde ir, mas o gato branco já havia saído para caçar .
Pata de Vinha correu até onde vira Garra de Espinheiro sair, e conseguiu sentir seu cheiro e rastrear sua trila facilmente , e seguiu a trilha até avistar ele com outro gato. Pelo de Mancha, o representante . O que eles estavam fazendo ali?
Eles dois estavam conversando sobre coisas do clã, e Pata de Vinha percebeu que nada tinha ali de anormal, e se virou para ir embora. No mesmo momento, ele ouviu um grito vindo da onde os gatos estavam conversando, alarmado Pata de Vinha deu um pulo e olhou pelos arbustos. Garra de Espinheiro estava do lado do corpo de Pelo de Mancha , olhando o com certa satisfação. Horrorizado, observou o corpo de Pelo de Mancha e viu apenas um machucado em sua garganta, mas ele percebeu outra coisa.
Pata de Vinha percebeu também, mais horrorizado ainda , que as patas dianteiras de Garra de Espinheiro estavam manchadas de sangue fresco .
Continua.................
Pata de Vinha acordou com relutância . Ele estava bastante cansado, afinal , durante esses 3 nasceres de sol desde que teve a cerimônia de nomeação estava se esforçando bastante para aprender todas as técnicas, e mesmo sendo apenas três dias de treinamento, suas energias pareciam ser drenadas a cada momento.
Ele se levantou e olhou Pata de Gelo, que ainda dormia em um sono profundo . Se rastejando para fora da toca, ele se pôs para observar a clareira vazia . No mesmo momento, ele viu Estrela de Fogo vindo caminhando na sua direção.
- Olá Pata de Vinha - miou gentilmente o gato alaranjado - Pronto para sua primeira avaliação e também a de Pata de Gelo?
- Mas já? - uivou impressionado - Mas nosso treinamento só começou a três nasceres!
- Sim, sei disso - admitiu o gato - mas acredito que irão se sair bem, vocês são ótimos aprendizes. Vi que você se esforça bastante para aprender .
Os olhos de Pata de Vinha brilharam com o elogio - Agora chame Pata de Gelo, e fale que deve encontrar eu e Listra Cinzenta no sol alto no toco de árvore.
Correndo para a toca, ele acordou seu amigo o cutucando, que se espreguiçou e reclamou:
- Já ta na hora da patrulha? Pata de Vinha o que foi? - Pata de Gelo deixou escapar um longo bocejo .
- Hoje vai ser nossa primeira avaliação! Estrela de Fogo me mandou te chamar para irmos ao toco de árvore ao sol alto para ele explicar a avaliação! - miou empolgado Pata de Vinha .
- Mas só faz 3 pores do sol que somos aprendizes! - reclamou Pata de Gelo
- Também pensei nisso, mas ele disse que somos ótimos aprendizes e teremos ótimos resultados! - destacou Pata de Vinha .
Os dois se levantaram e trocaram lambidas até o sol estar quase a pino, e saíram para se encontrar com seus mentores Estrela de Fogo e Listra Cinzenta .
- Vou explicar a avaliação - miou Listra Cinzenta - vocês terão de caçar o máximo possível de presas, tomem cuidado porquê estaremos de olho em vocês e suas técnicas, e vocês deverão estar de volta ao...........
Pata de Vinha nem estava prestando atenção no discurso do gatão cinza. Ele estava observando Garra de Espinheiro. O gato preto estava saindo por um canto do muro de proteção do acampamento, o aprendiz sabia que ali era o melhor lugar para sair sem ser percebido, e o gato parecia tentar ser despercebido.
-Okay, encontramos vocês aqui quando a lua estiver cheia está bem? - miou Estrela de Fogo, despertando Pata de Vinha de seus pensamentos . Os dois mentores saíram pelo lado direito de onde os aprendizes estavam.
- Acho melhor nós separarmos para podermos se testar! - aconselhou Pata de Vinha, mas na verdade com outro propósito . Ele queria saber para onde ia Garra de Espinheiro.
- Está bem . Vou até as Rochas Ensolaradas . - miou Pata de Gelo . Pata de Vinha não tinha a menor ideia para onde iria, ele queria era seguir Garra de Espinheiro . Pata de Vinha já ia pedir uma sugestão para Pata de Gelo para onde ir, mas o gato branco já havia saído para caçar .
Pata de Vinha correu até onde vira Garra de Espinheiro sair, e conseguiu sentir seu cheiro e rastrear sua trila facilmente , e seguiu a trilha até avistar ele com outro gato. Pelo de Mancha, o representante . O que eles estavam fazendo ali?
Eles dois estavam conversando sobre coisas do clã, e Pata de Vinha percebeu que nada tinha ali de anormal, e se virou para ir embora. No mesmo momento, ele ouviu um grito vindo da onde os gatos estavam conversando, alarmado Pata de Vinha deu um pulo e olhou pelos arbustos. Garra de Espinheiro estava do lado do corpo de Pelo de Mancha , olhando o com certa satisfação. Horrorizado, observou o corpo de Pelo de Mancha e viu apenas um machucado em sua garganta, mas ele percebeu outra coisa.
Pata de Vinha percebeu também, mais horrorizado ainda , que as patas dianteiras de Garra de Espinheiro estavam manchadas de sangue fresco .
Ps: Esse desenho é meu, não peguem sem permissão
Continua.................
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Gatos Guerreiros - Enchente Capítulo 1
Capítulo .1
Filhote de Vinha abriu seus olhos ao sentir uma brisa. Observou ao redor. Estava no meio da clareira de ervas. Como havia parado ali ele pensava, até que viu um felino andando em sua direção.
Sabia que era uma fêmea pelo odor, era uma bonita gatinha malhada. Ele sentiu um estranho prazer ao vê-lá, mas ela desapareceu enquanto o sonho se desfazia e ele começava a sentir uma pata gentilmente o cutucando nas costas.
Ele resmungou um bocejo, e a pequena pata que lhe cutucava cutucou de novo. Com relutância, abriu os olhos e viu um pequeno gato malhado de branco e cinza lhe cutucando.
- Olá Filhote de Vinha! Você lembra que dia é hoje né? - miou empolgado o gato malhado.
Filhote de Vinha, com um largo bocejo, fitou Filhote de Gelo, e então arregalou os olhos e pulou do ninho feito de musgo no mesmo momento.
- Claro que sei ! Hoje nós iremos virar aprendizes! - miou Filhote de Vinha com os olhos brilhando de empolgação.
Filhote de Gelo permanecia aparentemente calmo, embora seus olhos denunciassem que estava tão empolgado quanto Filhote de Vinha. Os dois saíram correndo do berçário assim que sua mãe Pele de Salgueiro terminou de penteá-los.
- Ai estão os mais novos aprendizes! Estão prontos para receberem suas responsabilidades? - miou um gato alaranjado vindo de sua toca perto da Pedra Grande.
- Olá Estrela de Fogo! Claro que sim! - falaram os dois gatinhos juntos
- Pois bem, me sigam porquê a cerimônia vai acontecer agorinha! - então destacou gentilmente o líder- É bom estarem prontos!
Os dois seguiram aos tropeços o líder até a Pedra Grande, e então o líder pronunciou a convocação habitual:
- Todos os gatos com idade suficiente para caçar a própria presa compareçam a uma reunião do clã, aqui sob a Pedra Grande.- uivou o líder -
- Listra Cinzenta - E piscou os olhos para seu amigo - Você está pronto para se tornar mentor de novo, afinal já faz luas que seu primeiro aprendiz, Pelo de Musgo Renda se tornou guerreiro. - O líder pousou rapidamente os olhos de Pelo de Musgo Renda que brilhavam de orgulho, provavelmente ao ver o antigo mentor ter outro aprendiz. - Você sera o mentor de Pata de Gelo. - o gato em tons de branco estava empolgado ao fitar o mentor - Confio em você para passar tudo o que sabe a este aprendiz. - O líder lambeu respeitosamente o ombro de Pata de Gelo, o qual retribuiu o gesto, e saiu correndo para trocar toques de nariz com seu novo mentor-
- Listra Cinzenta - E piscou os olhos para seu amigo - Você está pronto para se tornar mentor de novo, afinal já faz luas que seu primeiro aprendiz, Pelo de Musgo Renda se tornou guerreiro. - O líder pousou rapidamente os olhos de Pelo de Musgo Renda que brilhavam de orgulho, provavelmente ao ver o antigo mentor ter outro aprendiz. - Você sera o mentor de Pata de Gelo. - o gato em tons de branco estava empolgado ao fitar o mentor - Confio em você para passar tudo o que sabe a este aprendiz. - O líder lambeu respeitosamente o ombro de Pata de Gelo, o qual retribuiu o gesto, e saiu correndo para trocar toques de nariz com seu novo mentor-
-Eu, Estrela de Fogo, estou pronto para receber outro aprendiz agora que Pelo de Amora Doce é um guerreiro. Eu vou treinar Pata de Vinha . - Pata de Vinha sentiu seus bigodes estremecerem de emoção quando trocou toques com seu novo mentor.
Os mais novos mentores escoltaram seus aprendizes até a toca dos aprendizes quando as festinhas que seus amigos davam a eles acabaram, e pediram para que descansassem porquê no nascer do sol teriam muita coisa a fazer.
Pata de Gelo estava realmente cansado isso dava para perceber - Boa noite - bocejou o gato-
Pata de Vinha estava observando um gato que via no outro lado da clareira. Garra de Espinheiro. Ele não sabia porquê, mas estava sentindo um arrepio nos pelos ao observar. O gato preto também o observava, mas sem nada revelar no olhar.
- Boa noite- respondeu Pata de Vinha e então se deitou no ninho ao lado de Pata de Gelo.
Ele sentiu um comichão de prazer e de orgulho, ao pensar que agora, ele estava dormindo na parte dos aprendizes.
E bem, esse é o capítulo 1! Espero que tenham gostado :3
Pata de Gelo estava realmente cansado isso dava para perceber - Boa noite - bocejou o gato-
Pata de Vinha estava observando um gato que via no outro lado da clareira. Garra de Espinheiro. Ele não sabia porquê, mas estava sentindo um arrepio nos pelos ao observar. O gato preto também o observava, mas sem nada revelar no olhar.
- Boa noite- respondeu Pata de Vinha e então se deitou no ninho ao lado de Pata de Gelo.
Ele sentiu um comichão de prazer e de orgulho, ao pensar que agora, ele estava dormindo na parte dos aprendizes.
E bem, esse é o capítulo 1! Espero que tenham gostado :3
terça-feira, 7 de junho de 2016
GATOS GUERREIROS: ENCHENTE - PRÓLOGO
Prólogo
O filhote castanho sentia frio, mesmo enrolado no centro dos corpos de seus irmãos, ainda adormecidos, e envolto na fofa cauda de sua mãe. Ela logo percebeu que ele estava com frio e o lambeu na testa para confortá-lo.A gata se assustou quando seus duas pernas passaram correndo por ela e fechando as janelas no caminho.
Lá fora estava havendo um temporal, e água da tempestade começava a entrar na casa, deixando ao mesmo tempo um ar frio entrar também. O pelo da gata se encrespou com o vento frio que veio da porta aberta, de onde também entrava água. Ela se levantou, e foi examinar.
O filhote castanho começou a chorar de frio e também porque um fio de água gelada havia encostado em seu pelo ainda curto e ralo, fazendo o chorar ainda mais alto .A gata e seus duas pernas começaram a se assustar, pois a água começava a entrar bastante dentro da casa, a ponto de quase inundar o cesto onde os gatinhos estavam. Ela se afastou para olhar mais de perto a porta abrindo revelando litros de água, e se esqueceu de vigiar seus filhotes em meio a curiosidade.
Quando a gata percebeu a água nos filhotes, era tarde demais, a água começava a levar eles e o cesto também. Ela correu tentando pegá-los, e conseguiu. Ela percebeu algo. Onde estava o filhote castanho? A gata malhada observou em volta em pânico, procurando pelo gatinho.
Um pouco longe dali, o filhote estava sendo levado pela correnteza, e sua última sensação antes de ficar desacordado, foi o do olhar da mãe tentando se aproximar dele para pegá-lo.
E ai o que acharam? Esse é o prólogo da minha primeira história, espero que tenham gostado!
(Está bem pequeno mais ok né)
PRIMEIRA POSTAGEM+PRIMEIRA HISTÓRIA
Oi Leitores!
Bem, como vocês devem ter percebido esse é meu primeiro blog, minha primeira postagem em um blog! Nesse blog eu vou postar histórias que eu invento, e vou logo falar logo o nome da primeira:
GATOS GUERREIROS
Vai ser um FanMade meu, porque como devem saber só tem os livros principais da série brasileira, mas vou apresentar os personagens:
Esse é o Pata de Vinha
( Ele está com coleira vocês vão descobrir porquê)
( Ele está com coleira vocês vão descobrir porquê)
Este é o Pata de Gelo
Esses são os dois personagens principais :)
Hoje mesmo já vou postar o Prólogo do
GATOS GUERREIROS:
ENCHENTE
Se vocês perceberem algo errado foi mal, também esse é meu primeiro blog :P
Isso é tudo! Bye!
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