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terça-feira, 7 de junho de 2016

GATOS GUERREIROS: ENCHENTE - PRÓLOGO

Prólogo

O filhote castanho sentia frio, mesmo enrolado no centro dos corpos de seus irmãos, ainda adormecidos, e envolto na fofa cauda de sua mãe. Ela logo percebeu que ele estava com frio e o lambeu na testa para confortá-lo.A gata se assustou quando seus duas pernas passaram correndo por ela e fechando as janelas no caminho.
Lá fora estava havendo um temporal, e água da tempestade começava a entrar na casa, deixando ao mesmo tempo um ar frio entrar também. O pelo da gata se encrespou com o vento frio que veio da porta aberta, de onde também entrava água. Ela se levantou, e foi examinar.
O filhote castanho começou a chorar de frio e também porque um fio de água gelada havia encostado em seu pelo ainda curto e ralo, fazendo o chorar ainda mais alto .A gata e seus duas pernas começaram a se assustar, pois a água começava a entrar bastante dentro da casa, a ponto de quase inundar o cesto onde os gatinhos estavam. Ela se afastou para olhar mais de perto a porta abrindo revelando litros de água, e se esqueceu de vigiar seus filhotes em meio a curiosidade.
Quando a gata percebeu a água nos filhotes, era tarde demais, a água começava a levar eles e o cesto também. Ela correu tentando pegá-los, e conseguiu. Ela percebeu algo. Onde estava o filhote castanho? A gata malhada observou em volta em pânico, procurando pelo gatinho.
Um pouco longe dali, o filhote estava sendo levado pela correnteza, e sua última sensação antes de ficar desacordado, foi o do olhar da mãe tentando se aproximar dele para pegá-lo. 



E ai o que acharam? Esse é o prólogo da minha primeira história, espero que tenham gostado! 
 (Está bem pequeno mais ok né)

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